13Para quem é
Para empresas e instituições que precisam transformar o uso disperso do Claude em processos controlados, mensuráveis e replicáveis. A metodologia é a mesma em todos os casos; o que muda é a forma de contratação e a realidade de cada organização.
Empresa privada
Contratação direta, turma fechada e cronograma acertado com a área.
Órgão público
Documento de posicionamento técnico para tramitação interna, respeitando prazos e regras de contratação do órgão.
Entidade e terceiro setor
Escopo ajustado ao tamanho da equipe e à realidade orçamentária.
14Certificação
A experiência termina com um documento físico pensado para permanecer: nominal, numerado e produzido com acabamento profissional.
Produzido pela Diplograph, empresa com 28 anos de experiência em soluções gráficas para diplomas e certificados.
Certificado de participação e conclusão de mentoria livre, de caráter não acadêmico. Não equivale a diploma nem a título reconhecido pelo MEC.
O impresso, com capa rígida
15Investimento
O orçamento é montado por turma, porque a forma de contratação muda conforme a organização: empresa privada, órgão público e terceiro setor seguem regras, prazos e documentação diferentes. O valor considera o tamanho da turma, de até 15 participantes, e as áreas envolvidas. As licenças Claude não estão incluídas e permanecem com a empresa.
16Próximo passo
Transforme IA em produtividade, capacidade e resultado para o negócio.
Uma conversa com o gestor dimensiona a turma, as áreas envolvidas e o escopo, e é dela que sai a proposta. Depois da contratação, o diagnóstico operacional é aplicado a cada participante, de três a cinco dias antes do primeiro encontro: são 15 minutos por pessoa para mapear as tarefas repetitivas da própria função. Assim a mentoria começa com os processos reais do seu time já identificados.
Prefiro falar por e-mailObrigado. Retornamos com a proposta e as datas disponíveis.
Escopo, prazo, licença, segurança e contratação. As respostas abaixo valem para o formato atual da mentoria; o que for específico da sua organização entra na proposta.
Não. É uma mentoria prática para equipes. Há uma sequência de cinco encontros, mas cada participante trabalha sobre processos reais da própria função. O objetivo não é apenas ensinar recursos do Claude, e sim instalar uma forma de trabalho que a equipe consiga usar, medir e manter.
Para empresas, órgãos públicos e entidades que querem transformar o uso disperso do Claude em capacidade organizada. A turma é exclusiva para uma única organização e pode reunir até 15 participantes de áreas diferentes.
Não. O participante configura o cockpit, cria Skills, organiza fontes e constrói o agente pela interface, usando instruções em português. Quando o caso exige API, integração personalizada ou alteração em sistemas internos, esse desenvolvimento não faz parte do escopo padrão e precisa ser avaliado separadamente.
Sim. As licenças não estão incluídas no valor da mentoria e permanecem sob responsabilidade da organização. Durante a preparação, a equipe recebe orientação para avaliar quais perfis realmente precisam de cada plano, evitando licenças inadequadas ou pouco utilizadas.
A jornada acontece em quatro semanas. São cinco encontros ao vivo, com 18 horas no total, além do diagnóstico individual, da entrevista com o gestor e da consolidação dos materiais e resultados. Considerando todas as etapas, o compromisso total informado é de 26h30.
Cada participante trabalha sobre uma necessidade real da própria área e encerra a mentoria com um cockpit configurado, um projeto organizado, uma Skill reutilizável e um agente validado em processo real. Subagentes podem ser usados quando o processo realmente exigir.
É o Diagnóstico Operacional da Equipe, também chamado de site survey: o levantamento que antecede os encontros. Cada participante leva cerca de 15 minutos para mapear tarefas repetitivas, exemplos reais, gargalos e oportunidades da própria função. A entrevista com o gestor define os processos prioritários e o indicador que será acompanhado.
A conversa inicial com o gestor ajuda a dimensionar a proposta. Após a contratação, o diagnóstico completo é aplicado aos participantes de três a cinco dias antes do primeiro encontro. Assim, a mentoria começa com processos reais já identificados.
O plano adequado depende dos recursos necessários, do tipo de conta e das regras de segurança da organização. A análise considera o que cada participante precisa fazer, quais conectores serão usados e quais controles corporativos são exigidos. A recomendação é feita antes da configuração definitiva.
O escopo padrão utiliza recursos nativos e conectores disponíveis e autorizados pela organização. Integrações com APIs, sistemas legados, ERP, CRM ou ferramentas internas podem exigir desenvolvimento adicional e são analisadas caso a caso.
A mentoria orienta classificação da informação, uso de contas corporativas, acesso mínimo necessário, revisão humana e limites para ações irreversíveis. A empresa continua responsável por suas políticas internas, bases legais, contratos, retenção de dados e aprovação das ferramentas utilizadas.
Não de forma irrestrita. Cada agente recebe regras, limites e pontos de parada. Envio, publicação, exclusão, pagamento, dado sensível, tema jurídico ou situação fora do padrão devem permanecer sob revisão ou confirmação humana.
O caso é reavaliado antes de ampliar a autonomia do agente. Se não houver repetibilidade, dados adequados, segurança ou forma clara de medir o resultado, a equipe é orientada a escolher um processo mais seguro e viável.
Não existe garantia de resultado igual para todas as organizações. A mentoria mede horas poupadas, custo de operação e qualidade do caso trabalhado para que o gestor decida, com evidências, o que deve ser mantido, corrigido ou ampliado.
Ficam os cockpits configurados, as Skills, os agentes, a biblioteca de prompts por área, o mapa de casos de uso, os critérios de governança, a matriz de classificação, o relatório de horas e custos, o roadmap e os seis guias de referência.
As gravações ficam disponíveis por 30 dias. Os seis guias em PDF são entregues para consulta permanente da empresa. O cockpit, as Skills, os agentes e os demais ativos construídos continuam com a organização.
É o agente de apoio da metodologia, acessado pelo WhatsApp. Ele ajuda os participantes a consultar materiais, revisar conceitos e esclarecer dúvidas sobre cockpit, Skills, conectores e agentes. O Claudião não substitui os mentores nem decide pela empresa.
Ele fica disponível durante toda a mentoria e por mais 90 dias após o encerramento dos encontros. Depois desse período, encerra-se o acesso ao Claudião, mas tudo o que a equipe construiu continua funcionando.
Sim. O participante recebe certificado físico nominal, numerado e com a carga horária de 18 horas referente aos encontros ao vivo. É um certificado de participação e conclusão de mentoria livre, sem equivalência a diploma ou título reconhecido pelo MEC.
Não. A Mentoria Cockpit é uma iniciativa independente. Claude e Anthropic são marcas da Anthropic PBC, mas a mentoria não é fornecida, certificada nem endossada pela Anthropic.
O investimento é definido por turma. A proposta considera o número de participantes, as áreas envolvidas, o modelo de contratação e eventuais necessidades adicionais. As licenças do Claude não estão incluídas.
A organização envia seus dados, o número estimado de participantes, as áreas envolvidas e a previsão de início. A equipe da Mentoria Cockpit retorna com a proposta, as datas disponíveis e o roteiro das próximas etapas. Empresas privadas, órgãos públicos e entidades recebem a documentação adequada ao seu processo de contratação.